Coluna do Will

Os comandados do Sr. Renato Portallupi só podem estar querendo me derrubar. Este que vos fala, critica incansavelmente a utilização de dois centroavantes na equipe. No dia de ontem, como numa resposta as minhas duras palavras, Borges e André Lima, além dos gols, mostraram desenvoltura jogando juntos. Não sei até que ponto o adversário contribuiu para tal sucesso ou mesmo se é muito cedo pra avaliar se estou realmente equivocado. O fato é que estou caindo nos meus argumentos. Que bom!

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Leandro, 17 anos, chuteiras rosas e futebol moderno. 18 minutos em campo mandando uma bola na trave e marcando um gol. Olho nele. O Grêmio a cada dia mostra que além de um belo time de futebol possui um elenco digno de sonhos grandes (Sim, grandes mesmo, bem maiores que a Taça Piratini, objetivo que por Hora é o principal). A base tricolor, somada aos reservas com currículo alçam grandes sonhos na mente dos gremistas. Leandro e sua bela estréia é o reflexo disso. Olho nele!

Quinta-feira o Grêmo será posto a prova. Enfrentará o adversário mais qualificado do grupo, fora de casa e precisando provar a si e para os seus torcedores que o futebol que tem apresentado não é fruto de mero acaso. Torço ferrenhamente para que Renato escale Adilson ao lado de Rochemback. A partida de ontem (assim como o 2º semestre inteiro do ano passado) mostrou que ambos são que nem Johnny e June, Batman e Robin, o Gordo e o Magro. Ambos juntos se completam de maneira impressionante. Alguém terá que sobrar deste time e provavelmente será um dos dois centro-avantes. Me arriscaria a dizer que Borges vai ter um descanso ao lado do treinador. Te vira, Renato.

Acompanho futebol desde os 7 anos de idade, sempre fui chato assistindo uma partida (meus amigos que o digam). Sou daqueles que detesto perder, critico quando tenho que criticar e elogio da mesma forma. Mas noção para comentar e avaliar como hoje avalio as partidas do Grêmio (com um olhar crítico, aprofundado, sem me deixar cegar pelo clubismo) aprendi a criar e dosar somente com o tempo. Digo sem medo nenhum de errar: desde 1996 este tem tudo para ser o melhor time que vestiu a camisa tricolor. “Analisem” comigo no replay [/Silvio Luiz]: Um dos (senão ‘O”) melhores goleiros do Brasil; Um lateral direito renomado e experiente com muita qualidade; Um zagueiro de futebol europeu e seguro; Um monstro na volância, dono do meio campo, identificado com o clube e capitão da equipe; Dois meias articuladores que seriam titulares em qualquer time do Brasil; Dois avantes que estão estre os mais oportunistas do país. Precisa mais? Sim. Belos passes e tabelamentos, jogadas ensaiadas, contra-ataques mortais, bolas aéreas certeiras, enfim, um vasto repertório. Quem duvida do Grêmio?

Coluna do Will

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E o Grêmio Libertador está de volta. Dedicação, entrega, show da torcida e uma vitória importante na briga pelo Tri da América. A partida de estréia da nossa nova camisa (e que camisa) foi melhor do que podíamos imaginar (pelo que foi apresentado e pelo que conseguimos). Tais pontos em casa sempre são importantes para uma boa colocação na fase de mata-mata, visto que nosso arquirival conseguiu um pontinho importante fora de casa (sic!) e provavelmente irá fazer uma boa pontuação também.
Após o gol marcado num pênalti claríssimo (sic!) o time se soltou. Qualidades individuais se sobressaíram. Carlos Alberto e Douglas mostraram que podem ser uma dupla infernal. Victor voltou a mostrar segurança, Gabriel e Lúcio com muita movimentação e “A Rocha” Rochemback como sempre mandou no meio campo do time, sem falar em Rodolfo que parece ter nascido somente para jogar no Grêmio. Que zagueiro, Senhores. Porém nem tudo são flores. Tenho muito medo que vitórias como a de ontem iludam nosso treinador ao ponto de cegá-lo quanto aos “monstros” que ele insiste em manter vivos.
Novamente André Lima foi apagado. E não por fazer uma má partida, sem vontade ou sem dedicação. Esteve apagado por jogar (ou pelo menos tentar) num local onde não possui conhecimento algum que é o flanco. Novamente Paulão foi “raçudo” e seguro em algumas bolas como é de praxe, mas insistente quanto aos lançamentos burros que não levam a nada e desajeitado quando está sozinho sem perigo iminente. Novamente (tá, forcei) Gilson foi bem. Porém uma partida (e o gol ) não apaga as aproximadamente outras 10 más apresentações realizadas anteriormente.
Renato precisa avaliar melhor suas peças. Volto a repetir: as vezes quantidade não é qualidade. André Lima no banco como arma a ser usada num jogo em andamento pode ser muito mais rentável do que fora de posição, cansando e não contribuindo em nada em campo por estar deslocado. Paulão precisa ser orientado a ser mais calmo e menos impulsivo. As vezes a sua afobação acaba por estragar a bela partida que ele por vezes está realizando. Talvez Vilson seja sinônimo de mais segurança. Talvez. Apesar da bela partida entende-se que Gilson não é o homem da lateral esquerda. Lúcio ali, com outro atleta fazendo a sua função na meia (Escudeiro?) renderia muito mais do que esta inconstância que hoje existe naquele setor. São Pontos importantes que precisam ser revistos pelo nosso querido Homem Gol. E logo, visto que amanhã já temos a 1ª decisão do ano.
Assim como o jogo de Quinta-feira, a partida contra o Ypiranga tem ares de decisão no Olímpico. Um adversário teoricamente mais fraco, mas com bom potencial de marcação. A princípio não deve demonstrar muita resistência, mas não custa “abrir o olho” com o time que veste amarelo. Que seja Grêmio e que seja com bom futebol!
Jogos Inesquecíveis

 

0jogos 582O Grêmio Tetracampeão da Copa do Brasil iniciava a temporada 2002 com o objetivo de conquistar a América. Na primeira fase pegou um grupo com o boliviano Oriente Petrolero, o peruano Cienciano e o paraguaio 12 de Octobre. Após estrear com uma grande vitória contra os bolivianos por 4×2 em Santa Cruz de La Sierra, o Imortal viria para duas partidas seguidas no Monumental. Uma grande chance de garantir antecipadamente a vaga para as oitavas de final. Primeiro uma vitória por 2×0 contra o Cienciano. Em 28 de fevereiro, o Grêmio entrava em campo para enfrentar o Oriente Petrolero mais uma vez.Antes de rolar a bola, o árbitro (cego) constatou que a camisa listrada verde e branco do Petrolero, ficaria parecida com a Tricolor do Grêmio!  Como os bolivianos não haviam trazido um segundo uniforme, o Imortal teve que jogar com a terceira camisa, azul celeste com listras horizontais pretas e brancas. Rodrigo Mendes foi o nome do jogo marcando três gols, assim como no jogo de ida na Bolívia. Ele se tornaria o artilheiro da competição com 10 gols. O destaque vai para o segundo gol marcado pelo atacante Gremista. Fábio Baiano dominou pela direita e deu uma “lambreta” (ou carretilha) no zagueiro boliviano, deixando-o deitado e logo após cruzou para o meio da área quando Rodrigo Mendes concluiu a belíssima jogada. Após descuido da defesa, os bolivianos marcaram dois gols no final do jogo, mas não foram suficientes para apagar a vitória do Imortal, que ali se classificava para a segunda fase de uma Libertadores que só não ganhou porque foi roubado descaradamente na semifinal contra o Olímpia. O time que venceu os bolivianos no 3-5-2: Danrlei; Anderson Polga, Mauro Galvão e Roger; Anderson Lima, Fernando (Claudiomiro), Paulo César T., Zinho (Valdo) e Gilberto; Rodrigo Mendes e Fábio Baiano (Rodrigo Fabri). Técnico: Tite

Abaixo, a reportagem sobre o lance do Fábio Baiano:

http://www.youtube.com/watch?v=ecUDxNNAxoM

Celebridades, Coluna do Társis

Finalmente a espera teve fim.
O novo manto sagrado do Grêmio foi lançado hoje em uma festa que reuniu imprensa, associados do Grêmio e direção.

O lançamento me chamou a atenção pela interação entre torcida, direção, personalidades e jogadores em um excelente trabalho do Marketing tricolor.

O desfile contou com personalidades convidadas como Daniel Bueno, Dani Bolina, Nina Fortini, Larissa Maciel e Sheron Menezes e ainda envolveu os principais jogadores do atual elenco do Grêmio, que um a um, desfilaram apresentando os novos modelos escondidos até o último instante.

Desta vez… valeu a espera!

A nova era Topper começou bem e agradou à equipe do Camisas do Grêmio. Desde a ação de marketing em si, até os modelos propriamente ditos.
São três modelos principais: tricolor, branco e a excelente volta da camisa celeste.

Apresentou um modelo tradicional, coeso e bonito, que honra as tradições do Maior do Sul:  ideal para conquistar o TRI da Libertadores.
Uma análise mais apurada faremos mais tarde. Parabéns à Topper e ao Grêmio e seu Depto. de Marketing. O torcedor é exigente e não espera menos.

Em tempo: reparem nas estrelas que existem como marca d´agua na parte azul da camisa tricolor

As fotos que ilustram o lançamento são de @Oslec1983 e @SaltoAltoFC

2011

Foram apresentados há pouco, ao vivo pela Grêmio TV, os novos uniformes do Grêmio, feitos pela Topper. Alguns destes uniformes já se encontram à venda na Grêmio Mania. Abaixo as fotos:

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Eaí, o que acharam?