2011

Já foram postados aqui os uniformes de 2011 em um único post, mas agora serão postados separadamente e com melhores fotos. Começo hoje pelo tricolor que agora está com o patrocínio do Unimed na parte inferior das costas.

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Foto: André Lobão

Coluna do Quico

671Fazia tempo que eu não escrevia. Resolvi que hoje eu falaria sobre o jogo contra o Juventude. Assistindo a partida, formulava eu um post sobre uma boa vitória Tricolor por 2×1, com grande destaque para o garoto Leandro, que tem tudo para ser titular dentro de pouco tempo. Pois bem, eu escreveria sobre isso, mas o Tricolor que dominava a partida conseguiu entregá-la de bandeja a um Juventude com dez em campo. Primeiro o Leandro perdeu um lance cara a cara com o goleiro. Feito repetido por Borges, que bisonhamente chutou por cima quase da pequena área. Logo após, numa bola espirrada na área Tricolor, Gílson conseguiu o impossível! Cabeceou no ângulo do Victor! Não é de hoje que defendo a saída desse jogador do time. Também não vou julgá-lo só por esse lance, mas acredito que o Bruno Collaço herdará a posição dele. O Grêmio que dominava a partida se abateu de maneira constrangedora, dando confiança à equipe alvi-verde que cresceu no jogo e conquistou a virada num chutaço de fora da área. Só que o time não pode sofrer um apagão desses. Antes disso até, apesar da vitória parcial, o Douglas não vinha bem, e o Gabriel, assim como em Pelotas, parecia desligado. “Ah, mas foi um jogo isolado”, muitos dirão. Só que teremos partidas complicadas pela Libertadores. Com o segundo confronto fora de casa nas fases finais. O time tem que melhorar. Não pode dar bobeira num jogo ganho. Apesar de tudo, quero crer que essa partida (assim como a derrota para o Pelotas no Olímpico nas quartas do returno do ano passado) serviu apenas para constar numa pequena “taxa de mortalidade”, ou seja, em média um jogo por ano em que o Grêmio sofre apagão. Que isso não se repita.

Coluna do Will

675MÉRITO OU DEMÉRITO? Sou de Santa Maria, e se me permitem, tal crônica será iniciada avaliando não o Grêmio, mas sim o adversário de ontem, que caminha a passos largos rumo a fatídica 2ª divisão do futebol Gaúcho. Sim, a 2ª divisão. Este é o nível da equipe que enfrentou o Grêmio na noite passada. O pobre Inter de Santa Maria é um mar de desorganização. Jogadores dispensados por treinarem embriagados e diretor ridicularizando o elenco ao vivo após as derrotas é apenas “a cereja do bolo abatumado” que se tornou a equipe neste certame. Muitos dirão que a vitória tricolor se deu pelo que jogou (ou não jogou) o adversário e não pelo que mostrou o Grêmio. No entento a goleada se concretizou muito mais pela qualidade que o time de Porto Alegre mostrou ter do que por um demérito Santamariense. Um time só demonstra qualidade quando realmente a tem. Se não tiver, pode enfrentar qualquer equipe varzeana que não se sobressairá. O futebol que transformou o Grêmio numa das melhores equipes do país no final de 2010 parece aos poucos estar reaparecendo pela Azenha. E numa hora muito boa. Resta saber se será fogo de palha ou o início de um incêndio de proporções Internacionais.

REVELAÇÃO: Aos poucos o Grêmio vai novamente lapidando mais uma promessa de craque. Leandro, 17 anos, liso, oportunista e habilidoso. É o “Neymar” do Olímpico (segundo os próprios colegas). Sabe-se que o apelido veio mais pelo cabelo do que pelo futebol, mas não custa sonhar naquilo que o garoto pode realizar. Quem sabe não esteja surgindo aí um grande jogador para o futebol brasileiro? Os três gols nas três partidas que disputou mostram que o jovem Leandro não é bobo. Merece olhos atentos sobre seus pés. Que as últimas negociações sirvam de exemplo para a direção do Grêmio. Leandro pode render muito, tanto atuando e ajudando a equipe, como fruto de rentabilidade por transações futuras. Olho nele!

FUTVOLÊI: O assunto que mais se falou no Olímpico durante esta semana e após a partida de ontem não foi o confronto contra o inter-SM ou mesmo a possibilidade de encaminhamento de vaga na Libertadores com uma vitória do Oriente Petroleiro sobre o Léon (fato este que se concretizou na noite de ontem, #GLÓRIA). O convite que Renato Portaluppi recebeu para representar o Brasil no mundial de futvolêi que será realizado no Rio de Janeiro tomou conta dos corredores do Olímpico. Há algum tempo atrás, Renato nitidamente demonstrava aversão a viajar com a equipe ao interior do estado para não se “desgastar”. Agora, numa mudança repentina, ele deseja abandonar o time em meio a temporada pra disputar dois dias intensos de futvolêi ao lado do baixinho Romário. Onde está a coerência? Não veria problema algum de Renato participar de tal evento, desde que tivesse o mesmo ímpeto para assuntos que relacionassem o Grêmio (seja onde e quando for). Tem bons atletas a disposição, um grupo unido e uma torcida apaixonada por ele e pelo clube. Tem a faca e o queijo na mão. Tem tudo para se consagrar como técnico do Grêmio. Resta saber se ele seguirá o caminho dos vencedores ou se continuará agindo como se quisesse auto-sabotar seu próprio emprego.

Coluna do Will

674UMA TARDE INSPIRADA: O time reserva que enfrentou o Porto Alegre na tarde de ontem nem de longe lembrou o mesmo time reserva que perdeu para o Cruzeiro-RS (tanto na escalação como na disciplina tática dos jogadores). É difícil afirmar se o êxito tricolor se deve mais ao fato do adversário ser uma das piores equipes do certame ou se o inconstante elenco tricolor teve novamente uma tarde inspirada. A equipe que venceu o Porto Alegre de Assis mostrou ter boas opções para o decorrer do ano e da Libertadores.

AUMENTA A CONCORRÊNCIA: Escudero estreou de fato. Fez uma belíssima partida, movimentando-se, aparecendo para tabelamentos e marcando gol(aço). Mostrou seu cartão de visitas para a torcida e para o técnico. Assim como Junior Viçosa (seu companheiro de ontem com também boa apresentação) e Carlos Alberto (que parece ter rendido mais quando teve oportunidade no ataque), Escudero entra na briga para uma das vagas do ataque. O tímido Argentino, de fala mansa e futebol agressivo finalmente mostrou as garras. Que seja assim na maioria dos dias que aqui estiver.

A CULPA É DE QUEM? Renato Portaluppi joga palavras ao vento, afirmando que “querem tumultuar o vestiário do Grêmio”. Caríssimo treinador, ÍDOLO: A única pessoa que tumultuou o vestiário foi o Senhor após ser inconsequente e leviano,informando a um jornalista que poderia assumir o Fluminense. Admitiu que errou, mas insiste em achar pêlo em ovo. A poeira parece ter baixado, mas a crista não. Quanto mais($$) para Renato balançar de novo e esquecer deste “amor” pelo Grêmio?

PULSO FIRME: Finalmente, Sr. Paulo Odone. Perdeu a novela Ronaldinho, viu seu melhor atleta voar para a Europa por que não se dedicou na negociação e não demonstrava ação ao ver o time apresentar um futebol medíocre, jogo após jogo. Resolveu agir: Colocou Renato na parede após o tumulto, desceu ao vestiário e nitidamente exigiu que garotos da base tivessem mais oportunidades (o que ficou nítido nos ingressos de Fernando, Mithyuê e Pessali na partida de ontem). Sem falar no bastidor, colcoando o Grêmio com força na briga pelo estádio da Copa, A era da “bundamolice” (termologia usada pelos “Odonistas” na gestão de Kroeff) parece estar com os dias contados (ironia do destino, não?). Paulo Odone mostrou pulso. Resta saber se é apenas faxada ou não.

1971

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Fotos: Robson Polga

Conforme comentário do amigo Guido Leindecker, que jogou contra os juvenis do Grêmio em 1971, na época usavam uma camisa como esta das fotos, portanto, acreditamos que ela seja mesmo de 1971. Obrigado Guido!

Quer ajuda para descobrir o ano de alguma camisa? Mande fotos para camisasdogremio@hotmail.com que se não soubermos postaremos aqui.